1. VAMOS DANÇAR, Ed Motta (deve ser de 1987, por aí)
2. TEMPOS MODERNOS, Lulu Santos, (versão MTV ao vivo)
3. TEQUILA/LOURINHA BOM BRIL, Paralamas, Acústico MTV
4. JOHNNY B. GOODE, Cidade Negra, Acústico MTV
5. I GOTTA FEELING, Blck Eyed Peas
6. THE RYTHM OF THE NIGHT, Corona
7. BODYROCK, Moby
8. PSIQUE, Intro (álbum Buddha Bar)
9. IMAGINATION (CLUB MIX), Telestar & Kyara
10. RHYTHM IS A DANCER (original mix), Snap!
Em 2003, agosto, mudei a vida. Saí de casa com um monte de malas rumo a Curitiba. Escala em São Paulo na casa de uma amiga muito querida, que me ensinou a tomar Cappuccino de canela do Pão de Açucar. Depois disso tomo cappuccino todos os dias. Aquele ciclo que estava iniciando acabou-se. Passaram-se 7 anos. Agora estou iniciando um outro ciclo... as mudanças não sei ao certo, mas esse blog vai me ajudar a conhecê-las.... Vamos nessa?
sábado, 28 de agosto de 2010
Defeitos
Publicação de uma amiga no Facebook:
"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso.
Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro."
Adorei. Em fase de reinvenção, é importante ter isso em mente!
"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso.
Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro."
Adorei. Em fase de reinvenção, é importante ter isso em mente!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
ARNALDO JABOR Estou nascendo hoje na internet
O GLOBO - 24/08/10
Afinal, quem sou eu? Descobri que há vários jabores dando sopa na web. Uma vez, disse aqui que jamais entraria nos Twitters da vida, nos Orkuts do pedaço, nos Facebooks da quebradas...
Claro que dá pra ficar fora dessas "redes sociais", mas sinto-me isolado como aqueles caras que se recusam a ver televisão para defender sua "individualidade". No entanto, que individualidade, que "eu" se manteria "puro" e protegido longe da TV ou fora da web hoje? Que "eu" sobraria? Não há um "eu" sozinho - esse sonho de pureza e originalidade acabou. O "eu" é feito de detritos de lembranças, de sonhos, de traumas, mas também é fabricado pelas coisas. A pílula fez mais pelo feminismo que mil livros de militância. A internet criou um "eu" que muda dia a dia como uma máquina que vai se modernizando, recebendo novas engrenagens. Em vez de aniversários, em breve, vamos comemorar aperfeiçoamentos: "Estou comemorando mais 8 gigabytes em minha alma!"
Aliás, acho bom que a internet acabe com as ilusões individualistas que sempre tivemos - de sermos puros e únicos. A verdade é que somos parte de um processo de mutação permanente, e não por "auto-análise", mas pelos avanços da tecnociência. Assim como a biotecnologia cria seres híbridos, somos cada vez mais híbridos... Somos de carne, osso, chips e tocados por milhões de "outros eus" em rede. Rimbaud escreveu: " O eu é um outro". E o grande Mario de Sá-Carneiro, poeta português melhor do que os uivos lamentosos de Fernando Pessoa, também escreveu:
"Eu não sou eu nem o outro/ sou qualquer coisa de intermédio/ pilar da ponte de tédio/ que vai de mim para o outro." Sujeito e objeto se confundem cada vez mais. Além disso, eu também achava que a cultura humana era uma galáxia infinita de pensamentos e obras. O Google acabou com esse sonho infinito. Tudo se arquiva, se ordena. O futuro, como um lugar a que chegaríamos um dia, também morreu. Só há um presente incessante, um futuro minuto a minuto, e não temos ideia de aonde chegaremos porque não há aonde chegar...
Bem, amigos, todo este "showzinho" de reflexões individualistas é, na verdade, para comunicar que estou entrando no Twitter. Resolvi. "Não quero mais ser eterno, quero ser moderno". Eu, que até pouco tempo só ia até o microondas (que sempre me puniu com apitinhos da porta aberta), eu, que tremo diante de um celular, mudei muito. Saibam que comprei um iPhone e que vou postar coisas no Twitter, que se chamará "realjabor".
O nome será esse porque já existe no Twitter um cara que usa meu nome... Existe um "jabor" imaginário com, pasmem, 121 mil seguidores... Não o digo por gabar-me, mas há um jabor com milhares de amigos que não conheço. E aí, me pergunto: quem sou eu? E esse cara no Twitter - com 121 mil seguidores enganados - por que botou meu nome? Não é por inveja nem tietagem... Ele parece ser um bom sujeito pelas coisas que fala por mim; não há insultos nem frases que possam me incriminar com meus "seguidores"... (Se bem que ele "posta" também bobagens apócrifas que rolam na web, que me matam de vergonha). E ele? Quem será? Será que ele ama alguém? Quem lhe mandará flores se ele morrer de amores? Por que time ele torce? Como é seu rosto?
Vejam meu drama: eu, que não existo, acho boa praça um cara que não sei quem é... Por que ele não se assume? Eu estava nesta dúvida, quando se fez a luz e entendi: tanto faz ele ser ele ou ser eu. Esta terceira pessoa, meio eu, meio ele, existe no espaço virtual, e, assim, não importa o nome, pois, como disse acima, sujeito e objeto se confundem. Ser eu ou ele é um detalhe desprezível.
Aliás, suponho que esses milhares de seguidores sejam ao menos meus amigos... E aí, me ocorre a pergunta: o que é um amigo hoje? Como posso ser amigo de pessoas que nunca vi? Antes, amigos tomavam chope com a gente, davam conselhos, faziam confidências: "Pô, cara, minha mulher me traiu... Que que eu faço?" Era assim. Hoje, os amigos você não vê, não toca; os amigos são algoritmos.
As redes sociais estão mudando o conceito de amizade, de amor... A pior forma de solidão talvez seja o sexo virtual, a masturbação a longa distância... Nada mais triste que o post-coitum na internet: gozos, escape e "log off", com os orgasmos se esvaindo na velocidade da luz e a realidade manchando o papel higiênico e as mãos pecadoras.
Assim, aprendemos que temos de celebrar as parcialidades; só o fortuito é gozoso. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que não chega nunca.
Aceitar a "incompletude" talvez seja a nova forma de felicidade. E isso é bom. A web nos mostra que, enquanto sonharmos com a plenitude, seremos infelizes. Nunca seremos acompanhados nem totalmente amados. As redes nos trazem uma desilusão fecunda. As redes sociais unem os homens em uma grande solidão.
Outra coisa que me intriga: dizer o quê nos tweets? O que é importante? Antigamente, se dizia: este filme é importante, este texto é importante... Mas, hoje, para quê? As revoluções clássicas já não existem, a ideia de reunir objetos para um museu do futuro já era. Não há mais algo a ser preservado para amanhã. A importância do futuro foi substituída pelas "conexões" no presente.
A própria ideia de "profundidade" ficou estranha... O que é profundo? Hegel ou o frisson de informar a 121 mil pessoas que acordei com dor de cabeça ou que detestei "A Origem"? As irrelevâncias em rede ganham uma densidade horizontal, uma superficialidade útil, ao invés de uma grandeza definitiva. Quantidade é qualidade, hoje.
Mas é óbvio que há uma grande vitória para a democracia nas redes sociais. Há pouco, o massacre de dissidentes no Irã escapou pela internet. As redes denunciam crimes, alavancam negócios, expandem a educação política.
Por isso, resolvi nascer. Estou nascendo hoje na web. Meus primeiro gemidos de recém-nascido começam hoje.
Chamo-me agora www.twitter.com/realjabor e vou competir com o outro jabor, o falso, que me criou sem me consultar.
Afinal, quem sou eu? Descobri que há vários jabores dando sopa na web. Uma vez, disse aqui que jamais entraria nos Twitters da vida, nos Orkuts do pedaço, nos Facebooks da quebradas...
Claro que dá pra ficar fora dessas "redes sociais", mas sinto-me isolado como aqueles caras que se recusam a ver televisão para defender sua "individualidade". No entanto, que individualidade, que "eu" se manteria "puro" e protegido longe da TV ou fora da web hoje? Que "eu" sobraria? Não há um "eu" sozinho - esse sonho de pureza e originalidade acabou. O "eu" é feito de detritos de lembranças, de sonhos, de traumas, mas também é fabricado pelas coisas. A pílula fez mais pelo feminismo que mil livros de militância. A internet criou um "eu" que muda dia a dia como uma máquina que vai se modernizando, recebendo novas engrenagens. Em vez de aniversários, em breve, vamos comemorar aperfeiçoamentos: "Estou comemorando mais 8 gigabytes em minha alma!"
Aliás, acho bom que a internet acabe com as ilusões individualistas que sempre tivemos - de sermos puros e únicos. A verdade é que somos parte de um processo de mutação permanente, e não por "auto-análise", mas pelos avanços da tecnociência. Assim como a biotecnologia cria seres híbridos, somos cada vez mais híbridos... Somos de carne, osso, chips e tocados por milhões de "outros eus" em rede. Rimbaud escreveu: " O eu é um outro". E o grande Mario de Sá-Carneiro, poeta português melhor do que os uivos lamentosos de Fernando Pessoa, também escreveu:
"Eu não sou eu nem o outro/ sou qualquer coisa de intermédio/ pilar da ponte de tédio/ que vai de mim para o outro." Sujeito e objeto se confundem cada vez mais. Além disso, eu também achava que a cultura humana era uma galáxia infinita de pensamentos e obras. O Google acabou com esse sonho infinito. Tudo se arquiva, se ordena. O futuro, como um lugar a que chegaríamos um dia, também morreu. Só há um presente incessante, um futuro minuto a minuto, e não temos ideia de aonde chegaremos porque não há aonde chegar...
Bem, amigos, todo este "showzinho" de reflexões individualistas é, na verdade, para comunicar que estou entrando no Twitter. Resolvi. "Não quero mais ser eterno, quero ser moderno". Eu, que até pouco tempo só ia até o microondas (que sempre me puniu com apitinhos da porta aberta), eu, que tremo diante de um celular, mudei muito. Saibam que comprei um iPhone e que vou postar coisas no Twitter, que se chamará "realjabor".
O nome será esse porque já existe no Twitter um cara que usa meu nome... Existe um "jabor" imaginário com, pasmem, 121 mil seguidores... Não o digo por gabar-me, mas há um jabor com milhares de amigos que não conheço. E aí, me pergunto: quem sou eu? E esse cara no Twitter - com 121 mil seguidores enganados - por que botou meu nome? Não é por inveja nem tietagem... Ele parece ser um bom sujeito pelas coisas que fala por mim; não há insultos nem frases que possam me incriminar com meus "seguidores"... (Se bem que ele "posta" também bobagens apócrifas que rolam na web, que me matam de vergonha). E ele? Quem será? Será que ele ama alguém? Quem lhe mandará flores se ele morrer de amores? Por que time ele torce? Como é seu rosto?
Vejam meu drama: eu, que não existo, acho boa praça um cara que não sei quem é... Por que ele não se assume? Eu estava nesta dúvida, quando se fez a luz e entendi: tanto faz ele ser ele ou ser eu. Esta terceira pessoa, meio eu, meio ele, existe no espaço virtual, e, assim, não importa o nome, pois, como disse acima, sujeito e objeto se confundem. Ser eu ou ele é um detalhe desprezível.
Aliás, suponho que esses milhares de seguidores sejam ao menos meus amigos... E aí, me ocorre a pergunta: o que é um amigo hoje? Como posso ser amigo de pessoas que nunca vi? Antes, amigos tomavam chope com a gente, davam conselhos, faziam confidências: "Pô, cara, minha mulher me traiu... Que que eu faço?" Era assim. Hoje, os amigos você não vê, não toca; os amigos são algoritmos.
As redes sociais estão mudando o conceito de amizade, de amor... A pior forma de solidão talvez seja o sexo virtual, a masturbação a longa distância... Nada mais triste que o post-coitum na internet: gozos, escape e "log off", com os orgasmos se esvaindo na velocidade da luz e a realidade manchando o papel higiênico e as mãos pecadoras.
Assim, aprendemos que temos de celebrar as parcialidades; só o fortuito é gozoso. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que não chega nunca.
Aceitar a "incompletude" talvez seja a nova forma de felicidade. E isso é bom. A web nos mostra que, enquanto sonharmos com a plenitude, seremos infelizes. Nunca seremos acompanhados nem totalmente amados. As redes nos trazem uma desilusão fecunda. As redes sociais unem os homens em uma grande solidão.
Outra coisa que me intriga: dizer o quê nos tweets? O que é importante? Antigamente, se dizia: este filme é importante, este texto é importante... Mas, hoje, para quê? As revoluções clássicas já não existem, a ideia de reunir objetos para um museu do futuro já era. Não há mais algo a ser preservado para amanhã. A importância do futuro foi substituída pelas "conexões" no presente.
A própria ideia de "profundidade" ficou estranha... O que é profundo? Hegel ou o frisson de informar a 121 mil pessoas que acordei com dor de cabeça ou que detestei "A Origem"? As irrelevâncias em rede ganham uma densidade horizontal, uma superficialidade útil, ao invés de uma grandeza definitiva. Quantidade é qualidade, hoje.
Mas é óbvio que há uma grande vitória para a democracia nas redes sociais. Há pouco, o massacre de dissidentes no Irã escapou pela internet. As redes denunciam crimes, alavancam negócios, expandem a educação política.
Por isso, resolvi nascer. Estou nascendo hoje na web. Meus primeiro gemidos de recém-nascido começam hoje.
Chamo-me agora www.twitter.com/realjabor e vou competir com o outro jabor, o falso, que me criou sem me consultar.
domingo, 22 de agosto de 2010
Leva&Traz 1
Apresento-lhes o mais novo boletim de informações muito mais do que inúteis: o "Leva e Traz" !
Ele será resultado das minhas andanças pelo Brasil afora.
Já vi muitas coisas por aí que são dignas de serem compartilhadas com vocês.
Então... aí está.
De clima a frases de caminhões.
De quantidade de habitantes a provérbios locais.
Espero que, dentro de sua inutilidade proposital, possa acrescentar muitas curiosidades às suas conversas de botecos !
E que eu participe de muitas delas !
Inté mais...
Marcella
xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..
Leva & Traz 1
Qualidade de serviços
Com o intuito de exercer minha cidadania, resolvi prestigiar os pequenos. Resultado: dei-me mal !
Explico.
Em Brasília, pra “acompanhar” meu “chá de aeroporto”, resolvi tomar um lanche, comer alguma coisinha.
Em meio a um leque bem interessante de opções, encontrei-me dividida entre um panine na Casa do Pão de Queijo e uma empada no “Rei da Empada”.
Observação: a CPQ está lotada e o RE, abandonado (deveria ter me tocado aí. Minha mãe já tinha me ensinado que, em supermercados, a menor fila dos caixas é fria: geralmente é o mais lento. Tenho percebido ser esta uma lei que se aplica a quase tudo que é serviço no Brasil !)
Pontos de desempate: eu estava curiosa e queria experimentar o produto de uma empresa local em vez de comer o pão de queijo padronizado. Além disso, meu lado cidadão queria consumir num estabelecimento menor para que o mesmo não fosse, no futuro, engolido pelas grandes redes.
Aí que vivi a conclusão de que grandes redes não engolem ninguém. O consumidor é que não engole mais o mau atendimento ! Enquanto estava lá dentro não vi ninguém ser bem atendido. É o cúmulo da incompetência.
Pronto ! Fui mais uma consumidora que utilizou a Internet pra expressar sua insatisfação ! E o pior: o lanche é gostoso !
Ele será resultado das minhas andanças pelo Brasil afora.
Já vi muitas coisas por aí que são dignas de serem compartilhadas com vocês.
Então... aí está.
De clima a frases de caminhões.
De quantidade de habitantes a provérbios locais.
Espero que, dentro de sua inutilidade proposital, possa acrescentar muitas curiosidades às suas conversas de botecos !
E que eu participe de muitas delas !
Inté mais...
Marcella
xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..xx..
Leva & Traz 1
Qualidade de serviços
Com o intuito de exercer minha cidadania, resolvi prestigiar os pequenos. Resultado: dei-me mal !
Explico.
Em Brasília, pra “acompanhar” meu “chá de aeroporto”, resolvi tomar um lanche, comer alguma coisinha.
Em meio a um leque bem interessante de opções, encontrei-me dividida entre um panine na Casa do Pão de Queijo e uma empada no “Rei da Empada”.
Observação: a CPQ está lotada e o RE, abandonado (deveria ter me tocado aí. Minha mãe já tinha me ensinado que, em supermercados, a menor fila dos caixas é fria: geralmente é o mais lento. Tenho percebido ser esta uma lei que se aplica a quase tudo que é serviço no Brasil !)
Pontos de desempate: eu estava curiosa e queria experimentar o produto de uma empresa local em vez de comer o pão de queijo padronizado. Além disso, meu lado cidadão queria consumir num estabelecimento menor para que o mesmo não fosse, no futuro, engolido pelas grandes redes.
Aí que vivi a conclusão de que grandes redes não engolem ninguém. O consumidor é que não engole mais o mau atendimento ! Enquanto estava lá dentro não vi ninguém ser bem atendido. É o cúmulo da incompetência.
Pronto ! Fui mais uma consumidora que utilizou a Internet pra expressar sua insatisfação ! E o pior: o lanche é gostoso !
Leva&Traz
Lá atrás, quando eu trabalhava viajando Brasil a dentro, escrevi uns textos sobre as curiosidades dos lugares pelos quais eu passava.
Foram 12 textos no total chamados Leva&Traz.
Apresento-lhes agora, na íntegra, homeopaticamente....
Espero que gostem.
Foram 12 textos no total chamados Leva&Traz.
Apresento-lhes agora, na íntegra, homeopaticamente....
Espero que gostem.
sábado, 21 de agosto de 2010
Desconheço os autores, mas são ótimas
"O Sábio Nunca Diz Tudo o Que Pensa, Mas Pensa Sempre Tudo Que Diz!!!"
"Não tenha medo de dar um grande passo, caso ele seja recomendável; é impossível atravessar um abismo com dois saltos pequenos."
"Não tenha medo de dar um grande passo, caso ele seja recomendável; é impossível atravessar um abismo com dois saltos pequenos."
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Rock in Rio 2001 - eu estava lá
Foi tudo muito legal.
Primeiro combinei com umas amigas que iríamos ficar no apartamento da tia de uma delas.
Então viajei a trabalho pra São Paulo e de Sampa mesmo iria pro Rio. Só que em São Paulo tive a notícia de que as minhas amigas não iriam mais. E agora, o que fazer? Meu ingresso já estava comprado e minha passagem (pra amanhã de manhã) num dos primeiros vôos da Gol também estava comprada.
Foi então que o Leandro me ligou e ofereceu o apartamento de um amigo que ele só conhecia por telefone e no qual ele já estava com mais 2 amigos. Tudo bem, né, se não fosse isso, teria que voltar pra casa e o sonho de ver o Dave Mathews Band iria por água abaixo.
Aceitei o convite e aproveitei o Rock in Rio e o Dave com 2 amigos também apaixonados pela banda: Leandro e Flavinho.
Depois dessa o Leandro já me salvou de muitas, com nossas longas conversas sobre Deus. Graças a ele mantive minha sanidade mental em várias viagens Brasil a dentro. Só que ele evoluiu mais.... tanto que já não está conosco nesse plano.... Saudades do Rock in Rio e mais saudades ainda de nossas conversas, Leandro!!!! Fique em paz....
Primeiro combinei com umas amigas que iríamos ficar no apartamento da tia de uma delas.
Então viajei a trabalho pra São Paulo e de Sampa mesmo iria pro Rio. Só que em São Paulo tive a notícia de que as minhas amigas não iriam mais. E agora, o que fazer? Meu ingresso já estava comprado e minha passagem (pra amanhã de manhã) num dos primeiros vôos da Gol também estava comprada.
Foi então que o Leandro me ligou e ofereceu o apartamento de um amigo que ele só conhecia por telefone e no qual ele já estava com mais 2 amigos. Tudo bem, né, se não fosse isso, teria que voltar pra casa e o sonho de ver o Dave Mathews Band iria por água abaixo.
Aceitei o convite e aproveitei o Rock in Rio e o Dave com 2 amigos também apaixonados pela banda: Leandro e Flavinho.
Depois dessa o Leandro já me salvou de muitas, com nossas longas conversas sobre Deus. Graças a ele mantive minha sanidade mental em várias viagens Brasil a dentro. Só que ele evoluiu mais.... tanto que já não está conosco nesse plano.... Saudades do Rock in Rio e mais saudades ainda de nossas conversas, Leandro!!!! Fique em paz....
Rock in Rio volta ao Brasil em 2011 com mais de 100 atrações
Por Vladimir Platonow, especial para o Yahoo! Brasil
O festival Rock in Rio está de volta ao Brasil, depois de 10 anos. Durante seis dias, entre 23 de setembro e 2 de outubro do próximo ano, mais de 100 artistas se apresentarão em uma nova área de 150 mil metros quadrados, no Rio de Janeiro, que será especialmente construída para abrigar os shows, no bairro de Jacarepaguá, mesma região onde aconteceu a primeira edição do evento, em 1985.
Em coletiva realizada nesta segunda-feira (16), o empresário Roberto Medina - responsável e criador do Rock in Rio - apareceu cercado de artistas como Pitty, Sandra de Sá e Rogério Flausino, além do prefeito do Rio, Eduardo Paes. Durante a apresentação, Medina estimou que a próxima edição deve ter um público de 120 mil pessoas por dia, que contarão com uma estrutura completa de lazer e diversão.
O empresário não confirmou as atrações internacionais que estarão presentes, mas adiantou quatro nomes que sonha em trazer: Guns N´ Roses, Radiohead, Iron Maiden e Shakira. Além dos músicos que participaram da coletiva, ele disse que entre os artistas nacionais espera contar com nomes como Frejat, Evandro Mesquita, Marcelo D2, Cidade Negra, Capital Inicial, Ed Motta e Ivete Sangalo.
"Não dá para antecipar agora. É hora de pesquisar os nomes. O importante é que haverá um dia para cada gênero de música: um dia para eletrônico, heavy, pop, rock pesado e alternativo", explicou.
Segundo Medina, a confirmação das atrações deve acontecer até março do próximo ano. Haverá venda antecipada de ingressos, que devem custar em torno de R$ 180 a inteira e R$ 90 a meia-entrada.
Para o empresário, o conceito do novo Rock in Rio é o de promover um "parque temático da música". Além do palco principal, com 100 metros de extensão, onde se apresentarão as grandes atrações, haverá outro menor, para 20 mil pessoas, destinado a encontros entre bandas de diferentes estilos, antes e nos intervalos dos shows principais.
Fechando cada noite, entrará em cena a música eletrônica, em uma tenda comandada por DJs que vão embalar o público até as 5h. Para o descanso, a paquera e a alimentação, haverá uma área de convivência batizada de Rock Street, com 30 lojas e lanchonetes.
Ao contrário do primeiro Rock in Rio, a lama não deve ser uma marca do evento, pois o espaço será todo forrado com grama artificial. Também será montado um parque de diversões, com atrações como tirolesa, roda gigante e kaboom.
Medina estimou em R$ 100 milhões o investimento total no evento, incluindo R$ 35 milhões em promoção e mídia e R$ 65 milhões na produção do espetáculo, incluindo os cachês dos artistas. A prefeitura do Rio está investindo outros R$ 40 milhões na infra-estrutura do terreno, que ficará como legado para a cidade e abrigará uma área de convivência para os atletas nas Olimpíadas de 2016, situado perto do Autódromo de Jacarepaguá.
O acordo entre Medina e o prefeito Eduardo Paes prevê a realização de pelo menos três edições do festival na área, uma a cada dois anos.
O Rock in Rio já aconteceu três vezes no Brasil: 1985, 1991 e 2001. Depois, o festival foi exportado para a Europa e ganhou edições em Portugal (2004, 2006, 2008 e 2010), na capital Lisboa. A versão mais recente é a espanhola, realizada em 2008 e 2010, em Madri.
O festival Rock in Rio está de volta ao Brasil, depois de 10 anos. Durante seis dias, entre 23 de setembro e 2 de outubro do próximo ano, mais de 100 artistas se apresentarão em uma nova área de 150 mil metros quadrados, no Rio de Janeiro, que será especialmente construída para abrigar os shows, no bairro de Jacarepaguá, mesma região onde aconteceu a primeira edição do evento, em 1985.
Em coletiva realizada nesta segunda-feira (16), o empresário Roberto Medina - responsável e criador do Rock in Rio - apareceu cercado de artistas como Pitty, Sandra de Sá e Rogério Flausino, além do prefeito do Rio, Eduardo Paes. Durante a apresentação, Medina estimou que a próxima edição deve ter um público de 120 mil pessoas por dia, que contarão com uma estrutura completa de lazer e diversão.
O empresário não confirmou as atrações internacionais que estarão presentes, mas adiantou quatro nomes que sonha em trazer: Guns N´ Roses, Radiohead, Iron Maiden e Shakira. Além dos músicos que participaram da coletiva, ele disse que entre os artistas nacionais espera contar com nomes como Frejat, Evandro Mesquita, Marcelo D2, Cidade Negra, Capital Inicial, Ed Motta e Ivete Sangalo.
"Não dá para antecipar agora. É hora de pesquisar os nomes. O importante é que haverá um dia para cada gênero de música: um dia para eletrônico, heavy, pop, rock pesado e alternativo", explicou.
Segundo Medina, a confirmação das atrações deve acontecer até março do próximo ano. Haverá venda antecipada de ingressos, que devem custar em torno de R$ 180 a inteira e R$ 90 a meia-entrada.
Para o empresário, o conceito do novo Rock in Rio é o de promover um "parque temático da música". Além do palco principal, com 100 metros de extensão, onde se apresentarão as grandes atrações, haverá outro menor, para 20 mil pessoas, destinado a encontros entre bandas de diferentes estilos, antes e nos intervalos dos shows principais.
Fechando cada noite, entrará em cena a música eletrônica, em uma tenda comandada por DJs que vão embalar o público até as 5h. Para o descanso, a paquera e a alimentação, haverá uma área de convivência batizada de Rock Street, com 30 lojas e lanchonetes.
Ao contrário do primeiro Rock in Rio, a lama não deve ser uma marca do evento, pois o espaço será todo forrado com grama artificial. Também será montado um parque de diversões, com atrações como tirolesa, roda gigante e kaboom.
Medina estimou em R$ 100 milhões o investimento total no evento, incluindo R$ 35 milhões em promoção e mídia e R$ 65 milhões na produção do espetáculo, incluindo os cachês dos artistas. A prefeitura do Rio está investindo outros R$ 40 milhões na infra-estrutura do terreno, que ficará como legado para a cidade e abrigará uma área de convivência para os atletas nas Olimpíadas de 2016, situado perto do Autódromo de Jacarepaguá.
O acordo entre Medina e o prefeito Eduardo Paes prevê a realização de pelo menos três edições do festival na área, uma a cada dois anos.
O Rock in Rio já aconteceu três vezes no Brasil: 1985, 1991 e 2001. Depois, o festival foi exportado para a Europa e ganhou edições em Portugal (2004, 2006, 2008 e 2010), na capital Lisboa. A versão mais recente é a espanhola, realizada em 2008 e 2010, em Madri.
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